Ebbinghaus, suas curvas e seu da-da-di-doo

Quartas a noite eu consegui matrícula (já na primeira semana) na disciplina de Psicologia Experimental, com a excelente doutora Carolina Lisboa (na verdade, de acordo com a Plataforma Lattes, Carolina Saraiva de Macedo Lisboa). Como não consegui ir na aula 03 (da semana passada!), também não estava na divisão dos grupos para o trabalho que será apresentado a partir da semana que vem(!!!). Graças a Deus, encontrei ela num corredor da universidade, e ela se lembrou de mim (eu realmente invejo a memória dela!). No contato ela me passou o assunto que deveria fazer o trabalho: biografia de Hermann Ebbinghaus.

Quando conversamos, ela disse que não seria fácil, seja porque ele não era muito conhecido, seja pelo fato que ele é um “teórico de base”. E ela estava muito certa: o google não identificou muitas referências àquele teórico. Com este grande (!) estímulo, comecei a minha pesquisa.

Primeiro lugar, a Wikipédia! Na lusófona (do povo que fala português) o artigo publicado era de doer! Incompleto, não-wikificado e pouco me ajudaria a qualquer coisa. Na anglófona (do povo que fala inglês) o artigo sobre Ebbinghaus era inacreditavelmente mais completo. Com base nisso, resolvi ser audaz: transformei o esboço que encontrei em comentário, copiei o artigo da anglófona e parti para a tradução. E descobri que traduzir um artigo pode levar mais tempo que tinha imaginado. O artigo em inglês é muito completo, e acho que tanto ele quanto seus afluentes serão uma boa contribuição a Wikipédia — tão logo eu termine de traduzí-los, é claro!

Outra referência muito importante para o meu trabalho é o trabalho (trabalho, trabalho, trabalho…) da Susana Costa, publicado no seu blog Anotações, sobre a biografia de Ebbinghaus (muito pertinente, aliás!). O Trabalho dela esta simplesmente ótimo! Reune como poucos o que é necessário para se saber quem foi e sua principal contribuição — Não é para menos: faz parte do curso de mestrado da Universidade do Minho, de Portugal. Ah, uma curiosidade meio boba: a Carolina e a Susana realizaram o PPG na mesma instituição… coincidência?

No Google eu consegui algumas fontes bem interessantes, que podem enriquecer o trabalho: Um artigo comemorando os 100 anos da publicação do seu trabalho (o link certo é este),  publicado em 1985 no Jornal da Psicologia, disponível no depositório da Universidade do Porto. Mesmo velho, cito ele poque o artigo é deveras completo, explicitando tão direta quão concisamente o objeto de pesquisa do Ebbinghaus. Achei também outro artigo, desta vez no site Redepsicologia.COM sobre Ebbinghaus e o seu trabalho com as curvas de aprendizagem e esquecimento. É curto, mas cito eles porque o blog é legal, tem informações sobre a área da psicologia e tals.

Ainda não terminei o trabalho. Quando terminar, posto aqui a apresentação e as considerações finais.

Boa tarde a todos!

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